18 julho 2019

Agapan Debate impactos da Megamineração


Megamineração - Impactos na Saúde, na Economia e no Meio Ambiente é o tema do Agapan Debate da próxima terça-feira (23/07), às 19h, no Auditório da Cúpula Central da Engenharia Mecânica da Ufrgs. Haverá palestra do pneumologista Carlos Nunes Tietboehl Filho, sobre “As doenças respiratórias causadas pela extração e queima do carvão mineral”, e do auditor fiscal da Receita Estadual do RS, João Carlos Loebens, sobre “A mineração que empobrece o Brasil". A mediação do debate é do jornalista e vice-presidente da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan), Heverton Lacerda. 

Carlos Nunes Tietboehl Filho é mestre e doutor em Pneumologia e especialista em Medicina do Trabalho (Ufrgs) e em Toxicologia Aplicada (PUC/RS). Trabalhou como pneumologista no Hospital de Clínicas de Porto Alegre (Ufrgs), no Hospital Sanatório Partenon (SES-RS) e no Serviço Social da Indústria (Sesi-RS). Atualmente coordena a Comissão de Doenças Ocupacionais e Ambientais da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT). 

João Carlos Loebens é auditor Fiscal da Receita Estadual do RS, formado em Administração de Empresas pela Unisc, mestre em Administração e Gerência Pública pela Universidade de Alcalá/Espanha, doutorando em Economia e atualmente diretor de Cidadania e Educação Fiscal do Instituto de Justiça de Fiscal. 

A Cúpula Central da Engenharia Mecânica da Ufrgs fica na rua Sarmento Leite, 425, e o auditório tem entrada pelos fundos. 

Assessoria de Imprensa da Agapan 
Jornalista Adriane Bertoglio Rodrigues 
51-99813-1785 

Instagram: @agapan1971

05 julho 2019

Na luta | Queremos audiência pública em Porto Alegre para debater a Mina Guaíba

Reprodução Correio do Povo [05/07/2019]
Ontem (4), no âmbito do Comitê de Combate à Megamineração no Rio Grande do Sul (CCM_RS), realizamos uma manifestação em frente à sede da Fepam (Fundação Estadual de Proteção Ambiental), em Porto Alegre (RS), para somar às diversas manifestações que chegaram ao órgão ambiental estadual exigindo a realização de uma audiência pública na capital gaúcha para debater o projeto Mina Guaíba, da empresa Copelmi Mineração Ltda.

Desde que lançamos o CCM_RS em conjunto com outras 50 entidades no dia 18 de junho, o movimento tem crescido e recebido adesões de dezenas de entidades e apoio de muitas pessoas interessadas em defender um melhor projeto para o estado, iniciando por evitar que um modelo ultrapassado, perigoso e extremamente poluidor de geração de energia se instale por aqui. Atualmente, somos mais de 80 entidades - ambientalistas, sindicais e movimentos sociais - e contamos com milhares de apoiadores de dentro e de fora do estado. É através desses apoios que conseguimos enviar milhares de e-mails à direção da Fepam para marcar o interesse dos moradores de Porto Alegre em debater o projeto Mina Guaíba (processo administrativo 6354-05.67/18-1).

Também no dia 4, protocolamos na Fepam o ofício do CCM/RS (001/2019) que registra mais uma solicitação de audiência pública, somando-se às diversas solicitações, no mesmo sentido, expostas na audiência pública realizada no dia 27 de junho, na cidade de Eldorado do Sul, e nos ofícios encaminhados pela Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural, Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais e União Pela Vida, com data de 19 de março de 2019, assim como o ofício 00833.00011/2019, do Ministério Público do RS, em conjunto com o Ministério Público Federal, de dia 4 de abril de 2019, e o processo administrativo 6354-05.67/18-1, encaminhado em 22 de março de 2019,  assinado por vereadores da Câmara Municipal de Porto Alegre e diversos cidadãos signatários.

Assine o abaixo assinado e junte-se a nós.

Jornal do Comércio - Protesto defende audiência pública sobre mina de carvão


Reprodução Jornal do Comércio [05/07/2019]

24 junho 2019

Agapan atua na luta contra a megamineração no RS



Em conjunto com diversas entidades gaúchas atentas aos perigos que representam a implantação de um polo carboquímico e diversos projetos de megamineração no estado do Rio Grande do Sul, a Agapan integra o Comitê de Combate à Megamineração no RS, lançado no último dia 18 de junho na sede do Cepergs, em Porto Alegre.  

Na ocasião, foi lançado o manifesto do Comitê. (Confira abaixo)


Confira mais informações nas notícias abaixo. (Obs. Todos os jornais foram informados previamente sobre o lançamento)

Comitê de Combate à Megamineração no RS é lançado com o apoio de mais de 50 entidades

Entidades lançam Comitê de Combate à Megamineração no Rio Grande do Sul

Comitê contra a megamineração no RS foi lançado na terça-feira


Manifesto do Comitê de Combate à Megamineração no Rio Grande do Sul: Sim à vida, não à destruição!


09 junho 2019

Eleições Agapan biênio 2019/2021: Comissão Eleitoral e início do processo eleitoral

No último dia 21 de maio, em reunião da Diretoria, foi instalada a Comissão Eleitoral para a Eleição da Diretoria e dos conselhos Superior e Fiscal, Gestão 2019/2021, integrada pelas associadas Adriane Bertoglio Rodrigues, designada como Secretária, e Ymara Menna Barreto, como Presidente da Comissão Eleitoral.

Nesta data, Dia Mundial do Meio Ambiente, esta Comissão, reunida, definiu que hoje inicia o processo eleitoral, para a Gestão 2019/2021,com inscrições a partir desta data (05 de junho de 2019), até o próximo dia 5 de julho, às 23h59min.

As chapas inscritas devem enviar os nomes completos e cargos para o e-mial da Presidente da Comissão: ymara.menna@gmail.com,conforme Regimento Eleitoral da Agapan,em anexo.

A Eleição será realizada no dia 18 de julho, às 19h, em local a ser confirmado e divulgado por e-mail e no blog da Agapan: www.agapan.org.br

Att.

Comissão Eleitoral

Eleições biênio 2019/2021


28 março 2019

Sebastião Pinheiro: os totens e os agrotóxicos

O auditório lotado assistiu a um Sebastião Pinheiro entusiasmado pela vida em uma noite memorável falando sobre agrotóxicos e seus malefícios presentes e futuros para a humanidade. E elogiando as grandes iniciativas locais, como por exemplo, a criação da Coolmeia, que viabilizou o grande crescimento dos alimentos com qualidade, orgânicos, no Rio Grande do Sul e o Brasil. 

O Agapan Debate da última segunda-feira (25), realizado no auditório da Faculdade de Arquitetura da Ufrgs, abordou o tema Agrotóxicos e seus Impactos na Sociedade. O que se viu foi um chamamento à participação de todos em uma sociedade que ama a humanidade e todos os seres vivos. Lembrou em vários momentos a importância da própria Agapan, criada em 1971, para a luta contra os agrotóxicos, agradecendo ela estar forte até os dias de hoje. 

O palestrante usou a imagens de totens indígenas para dizer que ‘agrotóxico’ pode ser entendido como um totem real nos dias de hoje - é inatacável, trata-se de uma crença, faz parte de uma religião em que as pessoas simplesmente acreditam ser inevitável. 

Sebastião foi duro ao verificar que a sociedade vive hoje alienada da forma de produzir sua alimentação. Citou o grande geógrafo Milton Santos: “A força da alienação vem de uma fragilidade dos indivíduos quando só conseguem identificar o que os separa e não os que os une. O mundo não é formado pelo que existe, mas também efetivamente pode existir”.

Francisco Milanez, presidente da Agapan, que conduziu a mesa dos trabalhos, disse que as pessoas não se dão conta que se pararem de consumir alimentos contaminados, em pouco tempo acaba o mercado dos agrotóxicos. 

Sebastião destacou que a estrutura mundial de poder, mercado e conhecimento está vinculado ao funcionamento de um grande complexo industrial militar. E que conhecimento para beneficiar a vida e a produção de alimentos com qualidade é de conhecimento de populações nativas há centenas de anos. No entanto, grandes empresas, como a Cargil, que detem 90% do fósforo mundial e controle sobre outros componentes básicos, manejam os mercados e o conhecimento de pesquisas em favor da vida de forma a obter para maiores rendas financeiras. Da mesma forma, ADM, Louis Dreyfus, Bunge e Nestlé. 

O pesquisador historiou a liberação cada vez em maior número de agrotóxicos no Brasil, chamando de marionetes da indústria do veneno os políticos e funcionários que liberam a comercialização destes produtos de circulação proibida ou bastante restrita em outros países. Eles fazem a adoração do agrotóxico, considerou. Citou que há casos de proibição da exposição do tema ‘agroecologia’ em institutos agrotécnicas e apoio à soja resistente ao glisofato até pela Embrapa (1998). 

Na palestra, ainda destacou opções de uso benéfico do pó de rocha na agricultura e outras práticas hoje utilizadas pela agroecologia familiar. 

Ao final, fez um chamamento à ação contra a prática da admissão pela nossa sociedade do alimento com agrotóxico. Embora sem venenos, a produção orgânica vendida em supermercados ao preço de ouro não é resultado da agroecologia – “apenas esta consegue oferecer preços viáveis e justos”. 

O vídeo integral da palestra estará disponibilizado em alguns dias no canal da Agapan no YouTube.


Lançamento do livro AgroEcologia 7.0
Na mesma noite, foi realizado o lançamento do livro “AgroEcologia 7.0”, de autoria do próprio Sebastião Pinheiro. Originado em uma primeira impressão mimeografada distribuída a mão em 1983, teve uma segunda edição ampliada em 1986, como nos anos seguintes. Agora, a edição comemora esta longa caminhada em 663 páginas.

Aponta o autor, na apresentação, que, graças ao livro, muitos passaram a desenvolver teses acadêmicas, muitas dezenas de empresas surgiram e foi abreviada a agonia da agricultura moderna, que “em estertores mudou seu nome para Agronegócios e busca desesperadamente hegemonia para o autoritarismo servil.”

A fila de autógrafos foi longa. A impressão de 1500 exemplares do livro tornou-se viável por meio do financiamento coletivo. Exemplares do livro podem ser adquiridos através do e-mail agroecologia7.0@gmail.com.



Prêmio Agapan de Ecologia
Durante a programação do Agapan Debate, a Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural ofereceu o troféu Padre Balduíno Rambo ao seu ilustre associado e palestrante da noite, Sebastião Pinheiro.

Sebastião Pinheiro, em um breve currículo, é técnico agrícola pela Unesp, Jaboticabal/SP, 1967; Engenheiro Agrônomo, Universidad nacional de La Plata (UNLP), 1973. Pós-graduado em Engenharia Florestal, na Escola Superior de Bosques, UNLP, Argentina, 1975. Foi delegado brasileiro no Codex Alimentarius das Nações Unidas em Haia, na Holanda. Pós-graduado em Toxicologia, Poluição Alimentar e Meio Ambiente na Bundesanstalt für Getreide-, Kartoffel- und Fettforschung (BAGKF), Alemanha, 1983. Investigou em Tucuruí o uso clandestino de herbicidas (Agente Blanco e Agente Laranja), em 1985. 
É autor e coautor de diversas publicações: “Agente Laranja em uma República de Banana”, “Biotecnologia: muito além da revolução verde” (por Henk Hobbleink, tradução e contribuição), “Agricultura Orgânica e Máfia dos Agrotóxicos no Brasil” (em parceria com Dioclecius Luz e Nasser Youssef Nasr); “Ladrões de natureza”; “Saúde no solo versus Agronegócios”. Traduziu de “Panes de Piedra” de Julius Hensel e “Húmus” de Selman Waksman. 
Em 1990, inicia os trabalhos na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) na Pró-Reitoria de Extensão Universitária e posteriormente no Núcleo de Economia Alternativa da Faculdade de Ciências Econômicas como enlace com os movimentos sociais (MPA, MST, MMC e outros) até sua aposentadoria.
Ativista científico em agricultura saudável, cromatografia de Pfeiffer e agroecologia camponesa.



Texto: João Batista Santafé Aguiar
Edição: Heverton Lacerda
Fotos: Sandra Mendes Ribeiro, Heverton Lacerda, Edi Fonseca

18 março 2019

"Agrotóxicos e seus Impactos na Sociedade" é o tema do primeiro Agapan Debate de 2019

Dia 25 de março, às 19h, na Faculdade de Arquitetura da Ufrgs

Você já parou para pensar sobre os impactos dos agrotóxicos (venenos agrícolas) no corpo humano, na gestação, no leite materno, nos animais, na alimentação e nos recursos naturais, que são finitos?

Alguma vez já lhe chamou a atenção o fato de que o Rio Grande do Sul é o estado que mais consome agrotóxicos e, ao mesmo tempo, onde mais ocorrem casos de câncer e suicídios? É possível afirmar que existe alguma relação direta entre esses fatores? Talvez, as respostas para essas questões não sejam tão simples, mas é perfeitamente compreensível que a sociedade esteja preocupada com esses dados e em busca de esclarecimentos.

Foi pensando nessas importantes questões socioambientais que a Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural escolheu para a inauguração da série Agapan Debate 2019 o tema "Agrotóxicos e seus Impactos na Sociedade". E para jogar luz sobre esse emergencial problema, contaremos com a palestra do renomado engenheiro agrícola, professor e pesquisador Sebastião Pinheiro, personagem referencial na pesquisa em agroecologia. 

Abelhas
Quem acompanha as notícias sobre meio ambiente, saúde e sociedade deve também estar preocupado com o crescente sumiço de abelhas, imprescindíveis para a produção de alimentos e manutenção da vida. Durante o Agapan Debate, também traremos informações sobre as mais novas iniciativas, que contam com o apoio da Agapan, sobre a questão.

Não deixe de participar. O evento será realizado no dia 25 de março, às 19h, no auditório da Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), e conta com o apoio da Assessoria de Gestão Ambiental (AGA) da Ufrgs.


Participe! Compartilhe!
Entrada franca.

Notícia relacionada
Agapan lança grupo aberto para divulgar eventos

14 março 2019

NOTA PÚBLICA

Vimos a público informar que a Justiça Federal suspendeu a realização da audiência pública que estava marcada para o dia de hoje, 14 de março de 2019, sobre o projeto de mineração a céu aberto empresa Copelmi Mineração LTDA. nos municípios de Charqueadas e Eldorado do Sul.
A decisão judicial proferida no dia de ontem, 13 de março de 2019, se deve ao fato de o EIA/RIMA ter sido disponibilizado com lacunas e omissões de questões relevantes, entre elas a análise adequada das alternativas locacionais do empreendimento, em desconformidade com a legislação e violando o direito à participação da sociedade.
No caso, esta situação está patente porque o edital de consulta, manifestação e audiência pública referente ao empreendimento foi assinado pela ex-secretária Ana
Pellini no mesmo dia em que os técnicos da Fepam emitiram decisão em sentido contrário, exigindo complementações aos estudos.
Esta decisão traz tranquilidade à sociedade civil gaúcha oportunizando o conhecimento e preparação para abordar um tema de tamanha relevância. As entidades seguirão atentas ao andamento do licenciamento ambiental.

Porto Alegre, 14 de março de 2019.

ASSOCIAÇÃO GAÚCHA DE PROTEÇÃO AO AMBIENTE NATURAL – AGAPAN
INSTITUTO GAÚCHO DE ESTUDOS AMBIENTAIS – INGÁ
UNIÃO PELA VIDA - UPV

13 março 2019

Agapan lança grupo aberto para divulgar eventos

A Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan) criou um grupo no WhatsApp para os inscritos receberem informações sobre os eventos promovidos pela entidade, em especial o Agapan Debate.
A próxima edição do Agapan Debate, primeira de 2019, será no dia 25 de março, segunda-feira, às 19h, na Faculdade de Arquitetura da Ufrgs. O tema em debate será “Agrotóxicos e seus impactos na sociedade”, com a participação do engenheiro agrônomo e florestal Sebastião Pinheiro. Coloque na sua agenda!
A inscrição no grupo é livre, inclusive para não-associados. Não se trata de um grupo de discussões, mas para os inscritos receberem os informes da entidade. Os grupos no WhatsApp têm a limitação de 256 participantes.

Para participar do grupo, basta clicar aqui.

07 janeiro 2019

Reiteramos alerta histórico sobre agrotóxicos



As recentes detecções de resíduos do veneno agrícola 2,4-D fora dos ambientes de lavouras no Rio Grande do Sul servem para comprovar, lamentavelmente, que os alertas emitidos há vários anos pela Agapan - Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural, e outras entidades defensoras da vida, não podem continuar sendo desconsiderados pelas autoridades públicas do Estado, dos municípios e da União.
Os resíduos do veneno utilizado em lavouras de soja encontrados na praça localizada em frente ao Hospital Santa Casa de Santana de livramento, no Centro da cidade - comprovado por laudo laboratorial, é uma afronta ao bom senso social. O caso radicaliza os fatos já extremamente preocupantes da contaminação de videiras e oliveiras por veneno agrícola no RS e do sumiço de abelhas, essas fundamentais para a produção de alimentos.
Esses fatos não podem ser menosprezados pelos agentes de saúde pública, governo do Estado, Ministério Público, Secretarias da Saúde e do Meio Ambiente. Exigimos das autoridades públicas medidas cabais para evitar a contaminação da população, das fontes hídricas, da flora e da fauna gaúcha com esses pesticidas inaceitáveis em nossa sociedade. No atual ritmo crescente e altamente permissivo do uso de venenos agrícolas, o controle passa a ser cada vez mais difícil e os riscos crescem de forma exponencial. Reiteramos, também, a cobrança pelo compromisso do Estado com os licenciamentos e fiscalização de atividades de risco. O fortalecimento dos órgãos públicos responsáveis pelo licenciamento, controle e fiscalização de áreas agrícola e de saúde é de suma importância, vital para a sociedade.
Também já alertamos, há várias décadas, que a única alternativa viável para manter a nossa sociedade alimentada e saudável é a agroecologia, que produz com tecnologias de ponta, sem venenos, e precisa ser incentivada fortemente no Estado e no Brasil. Nosso país tem potencial para ser um dos maiores produtores de alimentos saudáveis, sem veneno.
Mais uma vez, conclamamos o poder público para trabalhar no sentido de mudar radicalmente o sistema de produção agrícola, eliminando do cenário produtivo os venenos prejudiciais à população. A Agapan se coloca à disposição dos tomadores de decisões dos Estados e dos municípios para colaborar com o processo de descontaminação agrícola e dos recursos naturais brasileiros.

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04 janeiro 2019

Lutzenberger: há 30 anos, o Nobel da Ecologia



Artigo da historiadora Elenita Malta, publicado hoje (04/01/2019) no jornal Correio do Povo, destaca a atuação de um dos fundadores da Agapan.