26 abril 2016

Agapan comemora 45 anos e lança campanha “... é vida”


Ao comemorar 45 anos de atuação 100% voluntária no dia 27 de abril, amanhã, quarta-feira, a Associação Gaúcha de Proteção do Ambiente Natural (Agapan) renova seu ativismo ecológico com homenagens a associados que se destacam pelas contribuições dadas às lutas da entidade e lança a campanha “... é vida”. A confraternização acontece no Boteco Matita Perê, na Cidade Baixa, às 19h30. Neste ano, os homenageados são a geógrafa Lia Luz Livi, o advogado Caio Lustosa e o arquiteto e biólogo Francisco Milanez.

As comemorações prosseguem no sábado, dia 30, às 10h, na Feira de Agricultores Ecológicos, na primeira quadra, próxima à igreja Santa Teresinha. O atual presidente, Leonardo Melgarejo, ex-presidentes, membros e amigos da Agapan poderão falar sobre os aspectos históricos da primeira entidade ambiental do Brasil e, nesse formato de associação, a primeira ONG ambiental do mundo. Melgarejo deve falar sobre Agroecologia, agrotóxicos, transgênicos e alimentos orgânicos. Também haverá sarau poético com Mário Pirata, roda de chimarrão e entrega de folheto histórico da entidade. Na ocasião, será cantado “Parabéns”, com um bolo comemorativo.

Defesas e lutas

Inspirada no lema da entidade, “A vida sempre em primeiro lugar”, a campanha vai lembrar a primeira das muitas lutas vitoriosas da Agapan, que foi a criação da legislação contra a poda indiscriminada das árvores de Porto Alegre. Para recordar a atuação nos últimos 45 anos, ao longo deste ano a campanha “... é vida” vai destacar os principais temas ambientais defendidos pela entidade, como agroecologia, arborização urbana, a defesa da Orla do Guaíba, o alerta sobre os riscos da contaminação do ar e da água pela celulose, os impactos dos megaprojetos hidrelétricos, da mineração e do carvão e da extração de areia dos rios, entre outras práticas que afetam o cotidiano das pessoas e que interferem inclusive nas mudanças climáticas.

“Neste ano em que completamos 45 anos de atuação e, como entidade ambiental, somos referência na luta e em diversas conquistas para a sociedade, questionamos o descumprimento e as frequentes tentativas de flexibilização das leis ambientais, muitas vezes não cumpridas, a falta de fiscalização e de investimentos em saneamento básico e na estruturação de equipes técnicas em quantidade e qualidade de órgãos que deveriam zelar pela proteção ambiental”, analisa o presidente Leonardo Melgarejo, ao salientar o convite para as comemorações. “Curta nossa página no facebook, acompanhe e participe de nossas atividades de comemoração”, finaliza.


AGAPAN 45 ANOS: UM COLETIVO DE TRABALHO VOLUNTÁRIO 

A Vida Sempre em Primeiro Lugar!


Fonte: Imprensa Agapan

12 abril 2016

Vice-presidente da Agapan fala sobre o derramamento de óleo no litoral gaúcho

Imagem: reprodução canal Octo
O vice-presidente da Agapan, Roberto Rebes Abreu, participou na noite da última sexta-feira (8) do programa Fogo Cruzado, que foi transmitido ao vivo pelo canal Octo. Ele foi entrevistado pela jornalista Carol Anchieta e pelo jornalista convidado João Batista Santafé Aguiar, da Apedema. 
Rebes falou sobre o vazamento de óleo ocorrido no Litoral Norte do RS na noite de 6 de abril e sobre outros assunto relacionados ao tema ambiental. Confira aqui a gravação do programa.

Fonte: Imprensa Agapan

Agrotóxicos | Presidente da Agapan rebate afirmações de superintendente da CNA



"Há uma rede de interesses que envolve formadores de opinião, professores, redes de formação de conteúdo que induz a uma leitura equivocada de parte dos consumidores e de parte dos produtores." Eng. agrônomo Leonardo Melgarejo

O presidente da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan), Leonardo Melgarejo, rebateu as afirmações do superintendente técnico da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Bruno Lucchi, quanto ao uso de venenos agrícolas na alimentação humana. "É quase criminoso fazer a população acreditar que basta lavar o produto para se livrar de um veneno que é sistêmico, que circula dentro do produto", denunciou Melgarejo.

O debate sobre o Projeto de Lei nº 3.200/2015, de autoria de deputado gaúcho Covatti Fillho (PP), que visa substituir o termo "agrotóxico" por "produto fitossanitário" foi tema do programa Cultura da Mesa, da rádio FM Cultura, do dia 8 de abril. Confira o programa aqui.

Fonte: Imprensa Agapan

08 abril 2016

Ambientalistas publicam manifesto a favor da democracia

No dia 4 de abril, ambientalistas gaúchos e suas entidades representativas, reunidos no âmbito do núcleo ambiental do coletivo A Cidade que Queremos, de Porto Alegre (RS), acordaram por expressar publicamente uma posição - construída de forma coletiva – de defesa da democracia e da constitucionalidade.

Confira,  abaixo, a íntegra do documento:




MANIFESTO AMBIENTALISTA A FAVOR DA DEMOCRACIA 

No atual contexto de degradação das instituições e dos poderes executivos, legislativos e judiciários do Brasil, nós, ambientalistas gaúchos, nos posicionamos em defesa intransigente da democracia e da constitucionalidade dos procedimentos jurídicos, legislativos e políticos. Nesse sentido, somos contra o impeachment, que - embora seja uma ferramenta constitucional válida para a defesa da democracia -, na versão midiática e político-partidária que está acontecendo, se configura em golpe de estado. 

06 abril 2016

Entidades divulgam nota de repúdio a projeto que coloca natureza e saúde em risco

A Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan), em conjunto com outras entidades que integram o Fórum Gaúcho de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos, assina a Nota de Repúdio ao PL Nº 3200/2015



O documento indica que o PL (Projeto de Lei) "altera a nomenclatura de agrotóxicos para 'defensivos fitossanitários' e redefine e omite conceitos já consolidados na legislação, deixando lacunas que promoverão um vazio legal". Como exemplo, a nota cita que agrotóxicos como o 2,4 D (componente do Agente Laranja, utilizado na guerra do Vietnã), o Paraquat e o Glifosato não serão obrigados a ter registro "por não se enquadrarem no conceito de 'defensivos fitossanitários' proposto".
As entidades alertam a sociedade para "os riscos que essa proposta  representa ao meio ambiente e à saúde da população".

"Em oposição aos anseios da população com relação ao consumo de alimentos seguros, a proposta do deputado enfraquece o controle sobre esses produtos pelo poder público, concentrando poderes na nova estrutura, a CTNFito – integrada por cargos de confiança designados pelo Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento –, e retirando, por exemplo, atribuições do Ibama (meio ambiente), da Anvisa (saúde) e dos órgãos estaduais de fiscalização", denuncia o Fórum. 

O PL 3200/2015 é de autoria do deputado federal ruralista Covatti Filho (PP/RS), colega de partido do também deputado federal gaúcho Luis Carlos Heinze (PP/RS), autor do famoso PL Heinze, que enfraquece a lei que obriga a identificação de produtos alimentícios produzidos com transgênicos, que, por sua vez, são produtos fortemente envenenados. 

Se quiser saber mais sobre o PL Heize o votar contra a sua aprovação, acesse o site do Instituto de Defesa do Consumidor e preencha o formulário.


Fonte: Imprensa Agapan

Confira, abaixo, a íntegra do documento.

21 março 2016

Assembleia Legislativa lança Relatório Verde

Acesse a versão digital
Com a colaboração da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan), a Assembleia Legislativa do RS, através da Comissão de Saúde e Meio Ambiente, editou o Relatório Verde: Ação em Defesa do Ambiente Natural. O lançamento da obra foi realizado no dia 16 de março no Vestíbulo Nobre do Palácio Farroupilha, em Porto Alegre (RS). A publicação tem o objetivo de apoiar as ações de proteção ambiental. 

O Relatório Verde conta com textos dos conselheiros da Agapan Ana Maria Daitx Valls Atz (organizadora), Maria Nazaré Melo, Francisco Milanez e do presidente Leonardo Melgarejo (organizador). 

O material reúne, em 300 páginas, informações sobre as 23 unidades de conservação do Estado, os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas para os próximos 15 anos e o Código Estadual do Meio Ambiente, que é reproduzido integralmente.

Rebes ressalta a importância do Relatório
Verde para a defesa ambiental
Durante a cerimônia de lançamento do Relatório, o vice-presidente da Agapan, Roberto Rebes Abreu, falou sobre a importância deste conjunto de informações para a formação e solidificação da consciência cidadã ecológica. "Em um único documento, se reúnem as informações necessárias para compreensão da causa ambiental, pois trata de questões relevantes à vida e a saúde", afirmou. Rebes também destacou que o lema da Agapan - A vida sempre em primeiro lugar - apresenta um referencial de ação que deve ser adotado para as políticas públicas no RS e no Brasil.
"Ao trazer artigos que tratam, de forma sintética e séria, sobre o que é importante saber sobre a necessidade da proteção ambiental, biodiversidade, sobre os efeitos da transgenia, os malefícios dos agrotóxicos, das radiações eletromagnéticas e não ionizantes, sobre o ambiente, saúde e poluição industrial, se dá elementos necessários para que o cidadão forme a sua consciência e abrace a causa da necessidade de preservação do meio ambiente natural saudável", 

A Assembleia Legislativa publica regularmente o Relatório Lilás e o Relatório Azul, que abordam, respectivamente, a questão dos direitos das mulheres e dos direitos humanos. "Nessa nova publicação, queremos pautar com mais consistência a defesa do meio ambiente e os canais existentes para tratarmos do tema”, afirma o presidente da Comissão de Saúde e Meio Ambiente, deputado Valdeci Oliveira (PT).

A versão digital do Relatório Verde pode ser acessada aqui

As edições impressas podem ser solicitadas diretamente à Comissão de Saúde e Meio Ambiente. Alguns exemplares estarão a disposição dos participantes do Agapan Debate que será realizado no dia 11 de abril na Faculdade de Arquitetura da Ufrgs, a partir das 19h.

Imprensa Agapan

15 março 2016

Que tal cobrir Porto Alegre de verde?

Manifesto lido pelo presidente da Agapan, Leonardo Melgarejo, na Tribuna Popular da Câmara de Vereadores de Porto Alegre no dia 14 de março de 2016.

Rua Gonçalo de Carvalho/Porto Alegre - Internet



Agapan agradece à Câmara de Vereadores a oportunidade de manifestar sua interpretação a respeito da crise que se desenhou em Porto Alegre com vendaval inédito em sua magnitude, mas previsível em função das mudanças climáticas em andamento.
Estes eventos se repetirão e devemos nos preparar para isso. É sabido que no futuro próximo precisaremos de legislação e mecanismos institucionais adequados às pressões do clima em mutação.
A síntese de nossa exposição pretende examinar a realidade revelada pelo vendaval, e apontar situação que julgamos possível ser construída, para a qual nos propomos a colaborar.
Em síntese, desejamos uma politica clara e participativa, que resulte em uma cidade com árvores em todos os bairros, para beneficio de todos seus habitantes e visitantes.
A discussão da situação atual exige considerarmos um fato básico: a crise e os danos do presente respondem sim a um evento climático extremo, inédito e até então inesperado.
Mas eles foram agravados por uma condição de vulnerabilidade estrutural, ampliada por fragilidades construídas a partir de anos de práticas de manejo inadequadas, condições estas claramente associadas ao sucateamento da Smam.
Nos referimos aqui ao plantio de árvores de grande porte sob redes elétricas, seguidas de podas amputadoras de ramos, realizadas fora de época, em cortes horizontais, sem qualquer apoio aos processos de cicatrização.

07 março 2016

Projeto quer tornar zona rural de Porto Alegre exclusiva para produção de orgânicos


Foto: Reprodução Jornal JÀ

Vai voltar à Câmara de Vereadores a ideia de fazer da  zona rural de Porto Alegre um “território livre de agrotóxicos e transgênicos”, produzindo apenas alimentos orgânicos.

A proposta é da Agapan, a pioneira do movimento ambiental, e já resultou num projeto do vereador Comassetto, do PT.

Foi apresentada em setembro de 2015 e derrotada por cinco votos. “Por dificuldade de mobilização, acabamos derrotados”, diz o vereador. Esperando corrigir esta falha, Comasseto apresentará novamente a proposta.

Um texto para discussão já está circulando e será tema de uma reunião no dia 14 de março, a partir das 11 horas na Câmara de Vereadores.

Na mesma data e local, a Agapan falará na Tribuna Popular sobre a situação das árvores de Porto Alegre.

Postagem original: Jornal JÁ

06 março 2016

Agapan protocola apoio à suspensão do larvicida em água para consumo

Foto: Mariana Carlesso/SES
O secretário estadual da Saúde, João Gabbardo dos Reis, recebeu nesta sexta-feira (04) o vice-presidente da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan), Roberto Rebes Abreu, e a conselheira da entidade, Ana Maria Valls. Eles ratificaram seu apoio à decisão do Estado de suspender o uso do larvicida Pyriproxyfen em reservatórios de água para consumo humano. 

Em ofício entregue na oportunidade pelo o vice-presidente, a entidade declara “ preservar a população da exposição a venenos que podem afetar negativamente a saúde é um exemplo de decisão que merece o nosso apoio”. Ainda segundo o texto, esta é “uma corajosa atitude, alinhada ao princípio da precaução que gostaríamos de ver, também, incorporada em todas as políticas públicas no campo da saúde e da área ambiental”. A audiência contou ainda com a participação do secretário adjunto, Francisco Paz. 

A decisão do secretário de suspender o uso do larvicida no Estado ocorreu no dia 13 de fevereiro, durante o Dia D de Combate ao Mosquito Aedes aegypti. Embora sendo usado até então em pequena escala e em casos específicos no Rio Grande do Sul, a hipótese levantada pela organização médica argentina Physioians in the Crop-Sprayed Towns de que a substância poderia potencializar malformação cerebral causada pelo Zika vírus levou à decisão. Assim, a aplicação da substância utilizada para deter o desenvolvimento da larva do mosquito poderá ser efetuada apenas em locais onde a água não se destina ao consumo humano, como vasos em cemitérios e chafarizes.


AGAPAN

A Agapan, criada em Porto Alegre em 1971 tem entre seus fundadores o já falecido ambientalista José Lutzenberger. É uma das entidades pioneiras na luta em defesa do meio ambiente no Brasil e, desde a fundação, tem desenvolvido uma série de importantes ações, entre elas contra o uso indiscriminado de agrotóxicos no país.

Texto e fotos: Imprensa Secretaria Estadual da Saúde (SES)
Postagem original

04 março 2016

Agapan e moradores de Guaíba questionam reunião do MP/RS com a CMPC

Foto: Arquivo Agapan | Incêndio na CMPC em janeiro de 2016
O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP/RS) publicou em sua página da internet notícia sobre a reunião que o promotor Daniel Martini, Coordenador do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente, e o promotor de Justiça de Guaíba, Valter Priebe, realizaram no dia 25 de fevereiro com diretores da empresa CMPC - Celulose Riograndense. 

"Por que não chamaram a Agapan ou representantes dos moradores?", questionou um morador do bairro Alegria, o mais impactado pelas emissões irregulares da fábrica. “Acho que vai virar pizza”, desabafou, demonstrando poucas esperanças de ter uma solução real e definitiva para o problema que enfrenta já há vários anos. 

25 fevereiro 2016

A ciência, a tecnologia, as despreocupações e alguns interesses objetivos

Artigo do presidente da Agapan, Leonardo Melgarejo, publicado originalmente na revista Opiniões.

Reprodução revista Opiniões
Coautor: José Maria Guzman Ferraz, professor de Agroecologia da Unicamp 

A influência dos mercados e a pressão dos interesses econômicos açodam competições e vêm determinando rápida sucessão de itens oferecidos à sociedade, tanto bens de consumo intermediário como final. Implicando decréscimo no tempo de vida útil de tecnologias e mercadorias, esse fato pressiona os investidores a exigir rápida realização do capital aplicado em seus negócios. Na prática, resulta que a visão de curto prazo se torna dominante, com implicações óbvias.

O mais grave parece se relacionar ao fato de que muitas tecnologias e produtos são lançados no mercado antes que se obtenha conhecimento consolidado sobre possíveis efeitos colaterais, negativos, de médio e longo prazo. Em campos científicos recentemente abertos, como o da engenharia genética, a questão se torna alarmante porque a tecnologia derivada, geradora de seres vivos, tende a se descolar da ciência básica e, atuando como tecnociência, perde a sustentação que deveria fundamentar a segurança dos processos e seus produtos.

Confira o texto completo aqui ou aqui.

12 fevereiro 2016

Agapan pede audiência pública sobre evento climático ocorrido no final de janeiro

Representantes entregam ofício
Em conjunto com outras entidades ambientalistas e movimentos sociais de Porto Alegre que constituem o coletivo "Cidade que queremos", a Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan) participou da entrega ao vice-prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo (PMDB), e ao presidente da Câmara de Vereadores, Cassio Trogildo (PTB), nesta quinta-feira (11), de um ofício com pedido de audiência pública para esclarecer a população sobre os acontecimentos do dia 29 de janeiro, quando um inédito evento climático atingiu a capital gaúcha, derrubando milhares de árvores e fazendo estragos que deixaram os moradores preocupados e em estado de alerta. Segundo o documento, "mais de três mil árvores foram atingidas pelo temporal".

Câmara de Vereadores
O grupo critica o manejo inapropriado da arborização do município por parte da administração pública e cita, também, a recente manifestação de técnicos da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, que denunciam o sucateamento do órgão ambiental responsável por conservar as árvores de Porto Alegre. "Uma parcela considerável dos danos e prejuízos causados à população poderia ser evitada, caso a Smam dispusesse das condições mínimas necessárias para desenvolver ações programadas de manutenção preventiva da arborização da cidade", diz o documento dos técnicos de nível superior da Smam, que pode ser conferido na íntegra aqui.

Outra crítica apontada no documento é a falta de cumprimento da Lei 10.337, de 2007, "que estabelece que as redes de infraestrutura sejam exclusivamente subterrâneas no Centro, nas praças e parques e em vias de passeios densamente arborizados na capital". Segundo o grupo, o prazo para cumprimento da lei venceu em março de 2010.

A Agapan aguarda o agendamento da audiência pública e convida a população do município a participar do evento. A entidade vai divulgar a data assim que a mesma for definida pela Câmara de Vereadores.

Texto: Imprensa Agapan

11 fevereiro 2016

Mas afinal me diga porque prevalece a produção que envenena e mata?

Carnaval 2016 | Integrantes da Agapan desfilam na escola de samba Unidos da Vila Isabel























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Artigo do presidente da Agapan, Leonardo Melgarejo.

A escola de samba Unidos da Vila Isabel trouxe para o carnaval gaúcho deste ano, com coragem e alegria, temas delicados como a agricultura familiar, a produção de alimentos saudáveis, a reforma agrária e a agroecologia.

18 janeiro 2016

Incêndio em fábrica de celulose preocupa moradores de Guaíba

Um incêndio que está ocorrendo (17h) na fábrica de celulose da empresa chilena CMPC preocupa moradores de Guaíba (RS). Conforme relato, equipe da Fepam já se dirigiu ao local para averiguar a situação. A suspeita é que o fogo tenha iniciado "no quadro elétrico na linha de fibras de branqueamento".

Confira o vídeo gravado por moradores.



Imprensa Agapan